Este é o blog da consulta de Neuroimunologia do Hospital de Braga. Aqui encontrará informação sobre as doenças neuroimunes, meios de diagnóstico e tratamento, notícias da investigação que se faz cá e noutras paragens, endereços e contactos úteis. Se quiser também contribuir para este espaço, coloque-nos as suas questões para o endereço neuroimunologia@gmail.com e veja aqui as respostas. Muito obrigado!
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sábado, 28 de maio de 2011
Video - o que é a esclerose múltipla
Este vídeo, em português, é uma boa introdução à doença. Ilustrado em 3D, explica o que é a mielina e como ela é atacada "por engano", desencadeando a doença.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Neurolupus
O lupus eritematoso sistémico é uma doença autoimune (portanto em que o nosso sistema imune ataca partes do nosso corpo) de causa desconhecida, que atinge sobretudo mulheres em idade jovem. Nesta doença existe produção de anticorpos contra diversas moléculas (proteínas e mesmo DNA) que são muito comuns em muitos tipos de células. Por isso o lupus atinge vários orgãos, de um modo generalizado (daí o nome de sistémico), entre os quais a pele, as articulações, os rins, os pulmões e, em alguns doentes, o sistema nervoso.
O neurolupus, como é conhecida esta última forma de doença, manifesta-se por dores de cabeça, alterações psiquiátricas (a depressão é muito comum), AVCs ("tromboses cerebrais") e mesmo crises epilépticas.
O diagnóstico de lupus é feito com base no quadro clínico característico e na detecção (e na quantidade) de anticorpos característicos (por exemplo, anti-nucleares). Já o diagnóstico de neurolupus assenta, num doente com lupus, na apresentação clínica e nos exames de imagem (Ressonância Magnética Nuclear).
Como quase todas as doenças mediadas por anticorpos, também o lupus é tratado com medicamentos imunossupressores. Os mais comuns no tratamento do neurolupus são os corticosteróides (cortisona), embora se utilizem muitos outros, como a azatioprina, a ciclosporina ou o micofenolato mofetil.
O neurolupus, como é conhecida esta última forma de doença, manifesta-se por dores de cabeça, alterações psiquiátricas (a depressão é muito comum), AVCs ("tromboses cerebrais") e mesmo crises epilépticas.
O diagnóstico de lupus é feito com base no quadro clínico característico e na detecção (e na quantidade) de anticorpos característicos (por exemplo, anti-nucleares). Já o diagnóstico de neurolupus assenta, num doente com lupus, na apresentação clínica e nos exames de imagem (Ressonância Magnética Nuclear).
Como quase todas as doenças mediadas por anticorpos, também o lupus é tratado com medicamentos imunossupressores. Os mais comuns no tratamento do neurolupus são os corticosteróides (cortisona), embora se utilizem muitos outros, como a azatioprina, a ciclosporina ou o micofenolato mofetil.
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