sábado, 28 de maio de 2011

Video - o que é a esclerose múltipla


Este vídeo, em português, é uma boa introdução à doença. Ilustrado em 3D, explica o que é a mielina e como ela é atacada "por engano", desencadeando a doença.

Video sobre a investigação europeia em Esclerose Múltipla

Este vídeo em português, do canal de televisão euronews, fala da investigação europeia em esclerose múltipla e apresenta testemunhos altamente esclarecedores de dois pacientes.
Tal como os cientistas entrevistados, também a consulta de neuroimunologia do hospital de Braga, em colaboração com o Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS) da Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho, desenvolve projectos de investigação nesta doença, tanto a nível clínico (em doentes) como em animais de laboratório.
Destes últimos merece especial destaque a investigação sobre o papel dos plexos coroideus (local onde é produzido o líquido que banha todo o cérebro e que é retirado durante a punção lombar para análise) no desencadear da doença e na acção dos tratamentos actualmente disponíveis.


Viagra para tratar a esclerose múltipla

Num estudo publicado recentemente (e cujo sumário pode ser consultado aqui) investigadores da universidade autónoma de Barcelona mostram que a administração de sildenafil (o composto activo presente nos comprimidos de Viagra) a ratinhos que sofriam de uma doença semelhante à esclerose múltipla (chamada encefalomielite aguda experimental) permitiu melhorar os sintomas da doença.
Numa tentativa de perceber o modo como o medicamento estava a actuar, os cientistas mostram também que o sildenafil não só diminui o número de células inflamatórias que passam para o sistema nervoso (impedindo o ataque à mielina), mas também aumenta a reparação dos danos já ocorridos.
Apesar de promissor, é necessário ter em conta que se trata apenas de um estudo, que necessita ser confirmado e explorado em mais detalhe.
Além disso, há muitas diferenças entre a doença agora estudada (a encefalomielite aguda experimental no ratinho de laboratório) e a esclerose múltipla, pelo que estas conclusões poderão não se aplicar aos pacientes. Para isso vão ser necessários novos estudos em animais e, se se revelar promissor, um conjunto de ensaios clínicos em doentes.

                                        
Na figura da esquerda pode ver-se o primeiro resultado do estudo, que mostra como os animais vão ficando mais incapacitados após o início da doença (a linha vai subindo, o que quer dizer que a gravidade dos sintomas aumenta) e como após se começar a tratar metade dos animais com Viagra (seta), estes animais começam a melhorar (linha que desce) enquanto os que não receberam o medicamento continuam a piorar (linha que sobe).

Consulta de Neuroimunologia de Braga já está no novo hospital

A consulta de neuroimunologia do hospital de Braga já está no novo hospital, situado junto ao bairro da alegria.
A secretaria e as consultas situam-se no piso 3 do edifício do ambulatório (rampa da direita ao chegar ao hospital).
O hospital de dia pode ser encontrado no piso de entrada (piso 1) do mesmo edifício.
Para mais informações sobre o novo hospital de Braga, consulte o site do hospital em : http://www.hospitaldebraga.com.pt/

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Dois novos tratamentos orais para a esclerose múltipla a caminho?

Foram publicados dia 4 de Fevereiro de 2010, na revista NEJM, os resultados dos ensaios com 2 novos tratamentos orais para a esclerose múltipla: a cladribina e o fingolimod. A cladribina é um medicamento já aprovado para tratamento das leucemias, cuja acção é impedir que os linfócitos se multipliquem e possam desse modo contribuir para a inflamação. O fingolimod é um tratamento novo que aprisiona os linfócitos nos gânglios linfáticos, impedindo-os de entrar em circulação e desse modo atacar o sistema nervoso.
Nos estudos agora publicados, com mais de 1200 doentes cada, demonstrou-se que tanto a cladribina (ensaio CLARITY) como o fingolimod (ensaio FREEDOMS) foram mais eficazes do que placebo (comprimido sem princípio activo) na prevenção de novos surtos, enquanto o ensaio TRANSFORMS mostrou que o fingolimod é superior a um dos tratamentos activos actualmente usados, o interferão beta-1a intramuscular, também na prevenção de novos surtos. Contudo, os ensaios revelaram também que estas novas drogas têm potencialmente riscos graves. Por exemplo, o fingolimod esteve associado a 2 casos fatais de infecção por um vírus (herpes) e a casos de cancro de pele, enquanto a cladribina causou sobretudo défices graves de linfócitos e infecções pelo vírus herpes. Baseados neste estudo, ambos as empresas produtoras deram já entrada com os pedidods de autorização para uso na prática clínica, o que apenas deve acontecer dentro de 2 ou mais anos.
Fica aqui uma nota: apesar de ambos os fármacos serem bastante promissores (juntamente com outros, igualmente em estudo) tanto em termos de comodidade como de eficácia, os seus riscos são também maiores do que os dos tratamentos actualmente em utilização, pelo que a sua utilização, inicialmente, será restrita aos doentes com formas resistentes aos tratamentos convencionais ou aqueles que não os possam usar por efeitos intoleráveis.

Risco da terapêutica com natalizumab (Tysabri) parece aumentar com a duração do tratamento

Dos tratamentos aprovados para a esclerose múltipla, o natalizumab é o mais recente, provavelmente o mais eficaz e seguramente o mais cómodo, sendo administrado em apenas uma injecção endovenosa de 4 em 4 semanas. Já em uso na generalidade dos centros de tratamento em Portugal, a sua utilização está limitada apenas a casos que não toleram ou não respondem aos outros tratamentos disponíveis, não só pelo seu custo, mas também pelo seu risco. De facto, doentes tratados com natalizumab têm um risco acrescido de desenvolver um infecção do cérebro chamada PML, que obriga à suspensão imediata do medicamento e pode ter consequências graves. Resultados dos ensaios clínicos e da utilização em doentes mostravam que aproximadamente 0,5 a 1 em cada mil doentes poderia desenvolver PML, mas não se sabia se este risco aumentava com a utilização repetida do medicamento. Uma nova análise dos 31 casos detectados em doentes a usar natalizumab, até final de Janeiro de 2010, efectuada pelo organismo dos medicamentos dos EUA (FDA) e disponível aqui, mostra que o risco de PML aumenta com a utilização repetida, atingindo quase 2 casos por cada 1000 doentes tratados com mais de 24 tomas. De notar que não há registo, fora dos ensaios clínicos, de nenhum caso em doentes tratados com menos de 12 tomas.

Lágrimas em vez de uma agulha nas costas?

Num trabalho publicado recentemente aqui, investigadores dos EUA mostraram que é possível detectar bandas oligoclonais nas lágrimas de pacientes com formas iniciais de esclerose múltipla (chamadas síndrome clínico isolado). A pesquisa destas bandas oligoclonais (BOCs) é normalmente efectuada no líquido cefalorraquidiano (que envolve o cérebro e a medula), colhido através de uma punção lombar (introdução de uma agulha no fundo das costas, entre as vértebras). Este é um procedimento invasivo e por vezes desconfortável. Neste estudo, foi possível detectar BOCs nas lágrimas de 42% dos participantes e no líquido cefalorraquidiano de 64% dos mesmos. Os autores concluem que, apesar de serem necessários mais estudos, a detecção de BOCs nas lágrimas poderá vir a substituir, pelo menos em parte, a realização de punção lombar.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Neurolupus

O lupus eritematoso sistémico é uma doença autoimune (portanto em que o nosso sistema imune ataca partes do nosso corpo) de causa desconhecida, que atinge sobretudo mulheres em idade jovem. Nesta doença existe produção de anticorpos contra diversas moléculas (proteínas e mesmo DNA) que são muito comuns em muitos tipos de células. Por isso o lupus atinge vários orgãos, de um modo generalizado (daí o nome de sistémico), entre os quais a pele, as articulações, os rins, os pulmões e, em alguns doentes, o sistema nervoso.

O neurolupus, como é conhecida esta última forma de doença, manifesta-se por dores de cabeça, alterações psiquiátricas (a depressão é muito comum), AVCs ("tromboses cerebrais") e mesmo crises epilépticas.

O diagnóstico de lupus é feito com base no quadro clínico característico e na detecção (e na quantidade) de anticorpos característicos (por exemplo, anti-nucleares). Já o diagnóstico de neurolupus assenta, num doente com lupus, na apresentação clínica e nos exames de imagem (Ressonância Magnética Nuclear).

Como quase todas as doenças mediadas por anticorpos, também o lupus é tratado com medicamentos imunossupressores. Os mais comuns no tratamento do neurolupus são os corticosteróides (cortisona), embora se utilizem muitos outros, como a azatioprina, a ciclosporina ou o micofenolato mofetil.

sábado, 26 de setembro de 2009

Acetato de glatirâmero

O acetato de glatirâmero (Copaxone(R)) é uma mistura de várias pequenas proteínas (octapéptidos) cuja composição é semelhante à de algumas proteínas da mielina, que são alvo do ataque do sistema imune. Este medicamente tem, aos olhos do sistema imunitário, um "aspecto" semelhante ao da mielina, mas faltam-lhe outros mecanismos de activação das células imunes, normalmente presentes nas lesões. Deste modo, é capaz de moderar a resposta de ataque daquelas células, ensinando-as a reconhecer aquele material (e o material semelhante) como "amigo".

O acetato de glatirâmero é um medicamento injectável, administrado por via subcutânea (por baixo da pele, como a insulina) diariamente. Estudos controlados contra placebo (medicamento sem princípio activo) mostraram que o tratamento com acetato glatirâmero nas formas de esclerose múltipla com surtos reduzia em média, no grupo de doentes tratados, o número de surtos por ano em cerca de 30%, sendo considerado por isso de eficácia semelhante aos interferões.

É um medicamento seguro, cujos principais inconvenientes são reacções no local da injecção, nomeadamente a formação de nódulos duros e dolorosos ou, mais raramente, pequenas úlceras (feridas) na pele. Por vezes, também pode causar sensações incomodativas de palpitações e aperto torácico.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Interferão beta

Os interferões são moléculas produzidas em grande quantidade pelo nosso próprio sistema imunitário para o combate às infecções, sobretudo causadas por vírus, e têm também um papel na regulação da resposta imunitária. Devido a estas propriedades, alguns subtipos de interferões utilizam-se como medicamentos: por exemplo o interferão alfa é utilizado no tratamento da hepatite C e o interferão beta é um dos principais tratamentos aprovados para uso na esclerose múltipla.

Não se sabe bem o modo como o interferão beta actua em doentes com esclerose múltipla, mas parece funcionar como um sinal de cessar-fogo, indicando às "tropas" a altura de baixar as armas e regressar ao quartel porque o inimigo já está "controlado". Existem 3 medicamentos contendo interferão beta disponíveis em Portugal: interferão beta-1a intramuscular (Avonex(R)), interferão beta 1a subcutâneo (Rebif(R)) e interferão beta-1b subcutâneo (Betaferon(R)). Estudos controlados contra placebo (medicamento sem princípio activo) mostraram que o tratamento com interferão beta apenas tinha benefício nas formas de esclerose múltipla com surtos (não naquelas progressivas sem surtos) e reduzia em média, no grupo de doentes tratados, o número de surtos por ano em cerca de 30%.

Apesar de praticamente não existirem estudos de comparação, a eficácia das diferentes preparações de interferão parece ser semelhante. A principal diferença entre as 3 preparações é o modo de administração: enquanto o Avonex(R) é dado por via intramuscular (na nádega) uma vez por semana, os outros são dados por via subcutânea (tipo insulina) 3 vezes por semana (Rebif (R)) ou dia sim dia não (Betaferion (R)).

O principal efeito secundário dos interferões é a ocorrência, com cada injecção, de dores musculares, dores de cabeça, fadiga e febre, semelhante à de uma quadro de gripe, que pode ser melhorado ou até prevenido pela toma de um analgésico/antipirético. Felizmente este é um efeito que tende a desaparecer com o uso repetido. Outro incoveniente do uso de interferões, particularmente os subcutâneos é a ocorrência de inflamação no local da injecção, formação de nódulos duros e dolorosos ou, mais raramente, pequenas úlceras (feridas) na pele. Geralmente estas lesões locais estão relacionadas com mau uso dos injectores e não respeito da técnica correcta, e podem ser corrigidas. Outros efeitos do interferão, como alterações da tiróide, das células do sangue ou do fígado, são bastante mais raros e obrigam apenas a vigilância com análises de sangue periódicas para ajuste da medicação.

Corticóides

Os corticóides (corticosteróides) são fármacos da mesma família que uma hormona natural, o cortisol, que é produzida diariamente pelo nosso organismo. O cortisol influencia muitos processos do corpo, desde o sistema imunitário à produção de energia, actuando também no osso, pulmões e cérebro, por exemplo. O corticóides sintéticos (vulgarmente conhecidos por "cortisona") partilham também as mesma acções, embora se tenham desenhado moléculas mais específicas, por exemplo que actuam preferencialmente no sistema imune ou preferencialmente no rim.

Nas doenças neuroimunológicas os corticóides usam-se como imunossupressores, ou seja para suprimir (parar) a actividade do sistema imune, que nestas doenças está descontrolado e ataca o sistema nervoso (ver neuroimunologia). A metiprednisolona é utilizada, por administração endovenosa (na veia), em altas doses (1gr/dia) e por períodos de tempo curtos (3 a 5 dias), para tratar episódios agudos (surtos) em doenças como o neuroBehçet, a Esclerose Múltipla, a neuroSarcoidose ou o neuroLupus. Para tratamento prolongado, de modo a evitar recaídas da doença, utiliza-se, em doses muito mais baixas e por via oral, a metilprednisolona ou a prednisolona. De notar que este tratamento prolongado não está indicado, por exemplo, na esclerose múltipla.

Apesar de serem muito específicos, nenhum dos corticóides utilizados é isento das outras acções, que se manifestam, sobretudo em uso prolongado e em altas doses, como efeitos indesejados (ou secundários). Entre estes contam-se o aumento de peso e a deposição de gordura no tronco, pescoço e face, o aumento dos níveis de açucar no sangue, a erosão da mucosa do estômago, a osteoporose, o enfraquecimento do cabelo e da pele e até algumas alterações cognitivas.

Ainda assim o balanço a favor dos corticóides, dada a sua eficácia e rapidez de acção, é positivo, desde que utilizados nas indicações aprovadas, nas doses mínimas eficazes, pelo menor período de tempo possível e acompanhados das medidas preventivas adequadas.

sábado, 22 de agosto de 2009

Notícias da ciência

Um novo tratamento para a esclerose múltipla? 1

Cientistas da Universidade de Stanford, nos EUA, mostraram que o lisinopril, um fármaco correntemente utilizado para combater a hipertensão arterial, é um potente indutor de células T autorreguladoras (células do sistema imune capazes de o manter sob controlo) e foi capaz de reverter algumas manifestações clínicas apresentadas por um modelo de esclerose múltipla no ratinho. Claro que é preciso estudar muito mais até saber se o lisinopril também é eficaz na doença humana, principalmente porque o modelo de doença no ratinho tem bastantes diferenças em relação à esclerose múltipla. Ainda assim, o trabalho é promissor e permite novas linhas de investigação, nomeadamente quanto ao papel do sistema renina-angiotensina na génese da doença humana.
O trabalho foi publicado online em 19/8/2009 na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences". Podem consultar o resumo (em inglês) aqui .

Um novo tratamento para a esclerose múltipla? 2

Um novo tratamento para doenças auto-imunes foi testado com sucesso num modelo de ratinho de esclerose múltipla, conseguindo reverter quase todos os sintomas dos animais. O tratamento, desenvolvido por cientistas da Universidade de McGill, no Canadá, consiste em retirar células imunitárias do sangue do próprio sujeito, tratá-las em laboratório com uma proteína sintética chamada GIFT-15 (formada pela fusão de 2 proteínas naturais: o GM-CSF e a IL-15) capaz de as transformar em células reguladoras, e voltar a injectá-las de modo a controlar o ataque auto-imune.
Mais uma vez ainda não será breve que este tratamento será utilizado em humanos, não só porque o modelo de doença no ratinho tem bastantes diferenças em relação à esclerose múltipla, mas também porque é preciso primeiro estudar muito bem questões como a segurança e os efeitos laterais desta nova molécula e os potenciais perigos destas novas células.
Contudo, é mais uma esperança para estes doentes.
O artigo foi publicado na edição online da revista Nature Medicine no dia 9 de Agosto e o resumo (em inglês) pode ser consultado aqui.

Neuroimunologia

1. O que é a neuroimunologia?

A NEUROLOGIA é a especialidade médica que trata das doenças do sistema nervoso (cérebro, medula espinhal e nervos periféricos).
A IMUNOLOGIA é a ciência que estuda o sistema imune (o sistema que nos defende contra infecções e outras agressões).
A NEUROIMUNOLOGIA é a sub-área da neurologia que se dedica ao estudo e tratamento das doenças do sistema nervoso que são provocadas por alterações do sistema imune. A maioria das vezes são doenças em que o sistema imune ataca, por engano, as nossas próprias estruturas (neste caso cérebro, medula, nervos) ou seja, doenças auto-imunes.

2. Exemplos de doenças neuroimunes

A doença mais conhecida é talvez a esclerose múltipla, mas há muitas outras como o síndrome de Guillain-Barré, a miastenia gravis, as vasculites do sistema nervoso e o síndrome de Susac.
Também há doenças em que o ataque não se restringe ao sistema nervoso, mas ataca também outros orgãos do corpo (pele, rim, coração, pulmões, intestinos, olho, etc). Entre estas doenças autoimunes contam-se a doença de Behçet, a sarcoidose, o Lupus eritematoso sistémico, as granulomatose de Wegener, o síndrome de Churg-Strauss e a poliarterite nodosa.

domingo, 16 de agosto de 2009

Consulta de Neuroimunologia

Para começar, aqui ficam algumas informações úteis sobre a consulta de Neuroimunologia do Hospital de S. Marcos:


1. Quando? Todas as Sextas-feiras à tarde.

2. Onde? Na Central de Consultas 2 do Hospital de S. Marcos. A entrada é pelo Largo Carlos Amarante, junto à Farmácia e Igreja da Misericórdia.

3. Como posso marcar consulta? Peça ao seu médico assistente para fazer um pedido de consulta de Neurologia e enviar ao hospital. A maioria dos médicos de família já está ligado ao programa "Consulta na hora" e pode fazê-lo instantaneamente, através do computador. Os pedidos são semanalmente triados para as diferentes consultas do serviço, de acordo com critérios clínicos. Se assim fôr considerado apropriado, será então marcada uma consulta de neuroimunologia e enviada para casa a convocatória com a marcação.

4. Quanto tempo demora até ter consulta? Actualmente o período de espera para uma primeira consulta é inferior a 2 meses, mas poderá vir a aumentar ligeiramente.

5. Como posso contactar a equipa da consulta? Preferencialmente através do email: neuroimunologia@gmail.com Se preferir, através do telefone 253209163 (S. Neurologia) às Sextas-feiras de manhã.

6. Quem é o responsável pela consulta? O Dr. João Cerqueira, médico neurologista